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sexta-feira, junho 15, 2012

Auxílios na Evangelização: uma coleção de dezenas de mensagens evangelísticas para você compartilhar


O blog Amor Scan é um blog dedicado exclusivamente a publicar mensagens e textos evangelísticos. São textos curtos, vídeos, poemas, imagens - que você pode imprimir para distribuir, publicar em seu site ou blog, compartilhar nas redes sociais, enviar por e-mail, etc.
Veja abaixo todas as mensagens já publicadas (clique para acessar).


terça-feira, maio 29, 2012

Dois poemas de Noélio Duarte, do livro Missões, é tempo de avançar!



É tempo de avançar

Que tempo é esse?

Olhando tudo ao redor,
Vejo com preocupação
Um mundo cada vez pior,
Sem paz, vida e salvação!

É um tempo
De medo,
Ansiedade,
Impiedade;

De injustiça,
Maldade,
Crueldade...

De exploração,
Desavença,
Descrença...

De agressividade,
Ingratidão,
Complicação...

De abandono,
Insensibilidade,
Necessidade...

De indiferença,
Desilusão,
Omissão!

É o cenário cruel, de agora,
- São os desafios desta hora –
É uma realidade tão dura...
E a constatação é real:
Aumenta o pecado e o mal
- É o tempo da semeadura!

Cristãos,
O tempo de avançar chegou!
Jesus mesmo assim declarou:
“Levantai vossos olhos e vede:
É tempo de semear e colher,
Há muito trabalho a fazer...
Estou convosco, crede!”

E se o mal é devastador,
Jesus Cristo é resgatador,
E Ele nos deu uma missão:
Semear Sua Palavra de Luz,
O evangelho ao perdão conduz
- Salvar vidas está em nossas mãos!


HÁ FOME NA TERRA

Há fome na terra...
Fome, muita fome,
(E isto faz tanto mal...)
Fome que assola,
Fome que desola,
Fome: dor sem igual!

Há fome na terra...
Sim, fome que está aí:
Cerca-nos por todos os lados
E vemos seus resultados
Em cada vida a cair...

Há fome na terra:
Fome de alimento,
De sustento,
De sentimento...

Fome...
De atenção,
Aceitação,
Aproximação...
Fome, sim,
De carinho,
De caminho
De um tempinho...

Há fome, muita fome...
De calor,
De valor,
De amor...

De profissão,
De satisfação,
De realização...

De moradia,
De alegria,
De simpatia...

De escutar,
De aceitar,
De falar...

Há fome demais:
Fome que não passa,
Fome que arrasa:
Há fome de Paz!

Há fome na terra...
Como negar?
Como deixar?
Como disfarçar?

Sim, a fome é demais,
Toma os espaços sociais...
O clamor é crescente,
O grito é forte, urgente,
E não podemos negar mais!

Mas entre todas as fomes
Existentes entre nós,
Há uma fome premente,
Há uma fome inclemente,
Há uma fome insistente
Expressa em cada voz real
Que se ouve a clamar:
É a fome espiritual!

Foi o Senhor Jesus quem disse:
“Dai-lhes vós também de comer...”
“Não os deixe assim viver...”
“Mostre vida, expresse amor...”
Sim, alarguemos a nossa visão
- É preciso participação –
Nisto expressemos nosso vigor!

A fome de Deus é maior
- Talvez a fome pior –
Pois ela à morte eterna conduz...
E só pode ser saciada
Se a igreja conscientizada
Levar o Pão da Vida – Jesus!

Sim, Jesus é o Pão da Vida,
Ela sacia toda a fome!
Ele é a esperança,
Ele é a saída
Ele cura toda ferida:
Jesus – Há poder nesse NOME!

Do livro Missões, é tempo de avançar! (Editora Convicção, 2012) 

sábado, maio 19, 2012

Dois poemas de Thiago Rocha



Minha Casa

Minha casa é pequena, simples, pobre,
Mas gosto dela e nela sinto paz...
Minha casa não tem brasão de nobre,
Pois a nobreza é o coração que faz...

Na minha casa um tosco pano cobre
A rude mesa e um velho banco, atrás,
Serve de assento, e, embora pouco sobre,
Há o bastante, que a todos satisfaz.

Minha casa não tem comodidade
Como os ricos palácios da cidade,
Mas foi um lar assim que eu sempre quis.

Lá, todos se amam, querem bem aos seus
Na minha casa pobre eu sou feliz.
Porque nela “buscamos sempre a Deus”.

in Vida Cristã


Fatal Negligência

Sonhei num sonho triste, impressionante,
Que um grande amigo me dizia adeus...
Havia dor expressa em seu semblante...
E lágrima a correr dos olhos seus...

O caminho! O caminho? Será distante?
Quem me pode guiar os passos meus?
Ó, meu amigo, parto neste instante,
Sem saber o caminho para Deus...

Foi um aviso, sim, eu bem senti
Que do Evangelho nunca lhe falara...
E ao telefone fui, correndo, para

Levá-lo à decisão por Cristo, ali:
“Onde está, por favor, o amigo meu?”
E do outro lado disse a voz: “Morreu!”

in Raio de Luz

sexta-feira, agosto 26, 2011

O Beijo da Redenção, poema de Mário Barreto França

Cantoras do Exército de Salvação 
em apresentação ao ar livre - 1952

O Beijo da Redenção
ou Quem Foi Que Me Beijou?


Homenagem ao heroísmo anônimo do Exército da Salvação


Certa vez, na Inglaterra, em lúgubre prisão,
Mrs. Booth exercia a sagrada missão
De pregar o evangelho a todo o condenado...
...A todo que sentisse a culpa do pecado...
Levando a cada qual a plácida esperança
De outra vida melhor, firmada na confiança
Num Deus que tudo pode e tudo justifica,
No amor que dá perdão, na fé que santifica.


Mrs. Booth parava em cada cela e, atenta,
Ouvia as queixas mil de cada detenta
E, depois, lhes pregava a mensagem da cruz:
“Eterna salvação no sangue de Jesus!”...


De repente, ela ouviu uns gritos de mulher,
Vindos perto dali, de uma cela qualquer.
Correu para o lugar de onde escutara os brados,
E viu, aos empurrões, levada por soldados,
Uma pobre mulher de pálido semblante,
Em cujo olhar faiscava um ódio provocante.
De quem, não tendo nada mais para perder,
Procura, na desgraça, o alívio de morrer!...


Os soldados em vão procuravam detê-la:
Cabelo em desalinho, o rosto em sangue... Ao vê-la,
Mrs. Booth sentiu pela infeliz criatura
Infinita piedade e inaudita ternura.
E, em vez de condená-la, amou-a profundamente.
Porque seu coração estava plenamente
Cheio de paz celeste e bondade cristã.


- Que poderei fazer por essa minha irmã?
(Perguntou a si mesma) E a resposta imediata
Foi aquela vontade ardente que a arrebata,
Num impulso de amor, para depositar
Na face da infeliz um beijo singular...
Fê-lo com rapidez, quando, na confusão,
A pobre era lançada no fundo da prisão.


Sem perceber qual fora a pessoa querida
Que lhe havia osculado a face dolorida,
Deixou de praguejar e, ansiosa, perguntou:
- Quem foi que me beijou? Quem foi que me beijou?


Os soldados, porém, sem prestar atenção
Aos rogos da infeliz, trancaram-lhe na prisão
Dizendo-lhe: - Estás louca! Acaso alguém no mundo
Beijaria este rosto envelhecido e imundo?!


No entanto, a desgraçada outra vez indagou:
- Quem foi que me beijou? Quem foi que me beijou?


Mrs.Booth ficou bastante impressionada;
E, no dia seguinte, na hora acostumada,
Ao presídio voltou.


A velha carcereira
Que houvera presenciado à cena derradeira
Da prisão, disse: – Aquela excêntrica mulher
Parece alucinada, a todo instante quer
Saber quem a beijou, ontem, lá no saguão,
Quando era conduzida às grades da prisão.


Mrs. Booth seguiu e entrou na fria cela.
Vendo-a, a pobre se ergueu e perguntou a ela:
- Ontem, quando a senhora, à tarde aqui chegou,
Por acaso não viu quem foi que me beijou?
Devia ser alguém diferente de todos,
Que só me querem mal, só me lançam apodos...


Sim, alguém diferente, algum bom coração
Que teve de mim profunda compaixão.
Pois ninguém vem a mim para me confortar;
Para me falar de amor ou para me ofertar
Um pouco de ilusão, um nada de esperança...
E, ontem, como no tempo ingênuo de criança,
Não sei, não sei por que, mas alguém me beijou...


Segurando-lhe as mãos, Mrs. Booth falou:
- Explica-me: porque no instante do castigo
Pudeste destacar o simples gesto amigo
De um beijo em tua face?


- Ah! Bondosa senhora,
Desde que minha mãe morreu até agora,
Nunca mais recebi um gesto de carinho,
Nem tampouco um olhar de apoio em meu caminho!...
A minha mãe morreu quando eu tinha sete anos;
Era pobre demais, cheia de desenganos...
E numa noite fria, em meio ao sofrimento,
Vendo se aproximar o seu último momento,
Chamou-me junto a si, deu-me muitos conselhos,
Dizendo-me, a chorar: “Minha filha indefesa,
Quem cuidará de ti no mundo de incerteza?
Ah! Minha pobre filha! Ah! Minha pobre filha!
Que Deus cuide de ti, te livre da armadilha
Satânica do mal.” E, depois, me abraçou;
Deu-me um beijo profundo, inclinou-se... e expirou.


Daquele dia em diante, apenas a desdita
É que tenho encontrado em minha vida aflita.
Jogada ao desamparo, enferma e decaída,
Ao mundo me entreguei em paga da comida...
E o mundo me despreza, o mundo me condena,
Mas nunca alivia o mal que me envenena...
Sou nódoa que envergonha essa sociedade,
Que jamais perdoou minha felicidade;
Pois em todo o lugar tenho sido humilhada,
Recolhida à prisão, perseguida, espancada;
Mas ninguém quer saber porque é que eu vivo assim,
Ninguém quer me ajudar, ninguém cuida de mim!...


Mrs. Booth se ergueu, e, abraçando-a, falou:
- Minha filha, fui eu quem te beijou!
Fi-lo porque te amei, e te amei porque Cristo
Naquela hora induziu minh’alma a fazer isso,
Para te revelar que seu amor profundo
Jamais fez distinção de pessoas no mundo.
Por Ele o teu pecado há de tornar-se leve
E tua alma, tão pura e branca como a neve.
Minha filha, este mundo é assim mesmo, inconstante
No modo de julgar: é sempre intolerante
Às faltas do pequeno; no entanto, é generoso
Ao erro mais atroz e vil do poderoso...
É sempre desigual na recompensa à plebe,
Pois o que mais trabalha é o que menos recebe...
Discordar dos mandões é converter-se em réu...
Minha filha, somente a justiça do céu
Não nos faz restrições! Só o amor nos redime
Da prática do mal, da execução do crime!
Verdadeiro? Só Deus. Amigo? Só Jesus,
Legando a todos nós o Novo Testamento,
Que nos garante o céu pelo arrependimento.


Ardente de emoção, sorrindo comovida,
Falou à Mrs. Booth a pobre decaída:
- Ah! Minha boa amiga, agora eu creio em Deus.
Creio que Ele perdoou todos os erros meus!


Já não sou infeliz nem desejo vingança,
Pois sinto dentro em mim uma nova esperança:
- Doce paz que me dá paciência em suportar
O castigo que a Lei resolva me aplicar.


Venha sempre me ver, beije-me sempre, a fim
De que eu possa sentir que alguém cuida de mim,
Alguém que me recorde o doce amor materno,
Alguém que fale em Deus e em seu coração eterno!


E quando, novamente, a pobre decaída
No fundo da prisão sozinha se encontrou,
Ergueu o olhar aos céus e disse, agradecida:
- “Foi Deus quem me beijou! Foi Deus quem me beijou!”


Uma homenagem ao Exército da Salvação
Rio de Janeiro, 15 de Novembro de 1951


Fonte: http://cidadaniaevangelica.blogspot.com/

sexta-feira, maio 27, 2011

Projeto Jesus na Poesia - Coletânea de poemas evangélicos aberta a todos os interessados



O nosso irmão Nilton Nascimento, de Portugal, criou um projeto para divulgar ainda mais a poesia evangélica. Intitulado Jesus na Poesia, a idéia é criar um Fórum de poesias que seja como uma revista online, e publicar e-books com poesias evangélicas e pequenas mensagens evangelísticas enviadas pelos participantes, a partir do Fórum. Os e-books terão circulação gratuita. Conheça e participe desta iniciativa, seja escrevendo, seja divulgando. Leia abaixo o convite do Nilton, com maiores informações sobre o Projeto:


Esta iniciativa foi criada por internautas com o gosto pela poesia e a adoração do nosso Senhor Deus e de Jesus.


Venho-te convidar a participar nesta Iniciativa, seja como escritor, leitor ou simplesmente divulgando a mesma, tudo de forma gratuita sem nenhuma motivação econômica.

Se não for do teu interesse te peço que a repasses aos teus contatos (não custa nada, tantas vezes repassamos mensagens engraçadas) talvez algum deles tenha interesse em participar.



Quem pode participar?

Todas as pessoas que o desejarem.



Como posso participar?


Como Colaborador escritor:
>>> como colaborador escritor poderá incluir poemas e/ou pequenos textos de sua autoria nos E-books e demais meios que surjam oportunos gratuitos sem perder seus direitos autoriais.



Como Colaborador divulgador:

>>>Não gosta ou não quer escrever? Como Colaborador divulgador sua participação será de extrema importância, pois para que serve uma mensagem se não chega a seu destinatário (o Mundo), divulgue a iniciativa aos seus amigos, companheiros de trabalho, no seu blog/website etc...



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