Amado Senhor e Pai da Humanidade
Amado Senhor e Pai da
humanidade
Perdoa nossas tolices!
Reveste-nos de mente
justa;
Que em vidas mais puras
Teu serviço encontremos,
Em veneração mais
profunda, louvor.
Em simples confiança como
a dos que ouviram,
Junto ao mar da Síria,
O grato chamado do Senhor,
Permite que, como eles,
sem uma palavra
Levantemos e te sigamos.
Ó repouso do Sábado na Galileia!
Ó calma do alto das
colinas,
Onde Jesus se ajoelhou
para partilhar Contigo
O silêncio da eternidade,
Interpretado pelo amor!
Com aquela profunda calma dominando
todas
As nossas palavras e ações
que encobriam
O suave murmúrio do Teu
chamado,
Que desçam tuas bênçãos em
silêncio,
Como caiu o maná.
Manda Teu manso orvalho de
quietude,
Até que cesse nosso afã;
Tira de nossa alma o
esforço e a tensão;
Que nossas vidas ordenadas
confessem
A beleza de Tua paz.
Respira pelo pulso do
desejo
Teu frescor e Teu bálsamo;
Que os sentidos emudeçam,
Seu calor expire;
Fala através do terremoto,
do vento, do fogo,
Ó serena voz mansa da
calma!
In Minhas Orações Favoritas. Org. de Norman Vincent Peale. Ediouro, 1995.

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