quarta-feira, maio 16, 2007

Um poema de Carlos Ribeiro Rocha

BIOGRAFIA DO MEU VERSO

Não podem ter beleza e privilégio
meus pobres versos, nem também doçura,
se não gozei ao menos da ventura
de conhecer as salas de um Colégio.

Não foi aos pés de professor egrégio
que aprendi a rabiscar a assinatura;
mas sendo Cristo a luz suprema e pura,
ao vate inspira, e além do mais, protege-o.

São meus versos compostos e tramados
com as folhas verdes, brotos e verdores
sobre as serras e moitas espalhados...

E de permeio aos fios da urdidura,
em meus sonetos vão brotando flores
para a colheita próxima-futura!

Um comentário:

Caio Kaiel disse...

Olá Irmão, tenho lido seu blog... obrigado por não me deixar um poeta critão sozinho.

Deus te Abençoe!

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